Quando os humanistas observam e participam nos processos sociais, políticos e económicos em todo o mundo, não podem deixar de refletir sobre a vigência que tem neste momento histórico o Documento do Movimento Humanista, escrito por Silo em 1993[^1] . Da sua leitura pode compreender-se até que ponto o rumo da história foi confirmando as tendências aí explicadas e até que ponto hoje – mais do que nunca – se torna necessária a união de todos os humanistas do mundo, para que as mais profundas aspirações humanas se possam converter em realidade. Como partido político inspirado nesta corrente do Humanismo Universalista, acreditamos que neste momento histórico é necessário analisar a situação atual, para assim chegar a propostas de ação no presente contexto mundial.
In this interview with Guillermo Sullings, he explains how a lack of income distribution got us into this economic mess we are in and how a radical overhaul of the economic system is required, hand in hand with a change in the values of society. "The problem is that the current capitalist system no longer works."
Guillermo Alejandro Sullings is an Argentine economist and author of the book [Inglês] Beyond Capitalism, Mixed Economics; and current General Secretary of the International Humanist Party
The interview was made by Olivier Turquet from Pressenza August 11, 2011.
Os humanistas rejeitam o terrorismo internacional, seja este de origem política, religiosa ou qualquer outra e repudiam os crimes que se cometem em qualquer parte do mundo. Esta é uma linha de conduta e uma postura mantida ao longo do tempo, impossível de abandonar sem colocar em crise a nossa identidade e a nossa doutrina de Humanismo e Não-Violência.
A morte de Osama Bin Laden – como a de qualquer outra pessoa – não vai alterar o perigo que os grupos fanáticos significam para a paz mundial e para a integração de todas as culturas como um meio efectivo de superar as suas aparentes causas.
Perante os ataques militares à Líbia, que tiveram início no dia de hoje por parte de alguns países europeus e dos EUA, o Partido Humanista Internacional manifesta a total rejeição do uso da violência e exorta a comunidade internacional a trabalhar urgentemente por uma saída pacífica da guerra civil naquele país.
Tal como rejeitámos anteriormente a violência com a qual Khadafi estava a oprimir os seus opositores e assinalámos as suas contradições, rejeitamos agora esta alegada tentativa de acabar com essa violência, utilizando para isso mais violência.
No dia 12 de Março em Portugal, assistiu-se à maior mobilização desde a Revolução de 1974, com a participação de 300 000 pessoas em 11 cidades do país.
A convocatória foi iniciada através do Facebook por 4 jovens, indignados com as condições laborais precárias.
Pouco depois da queda das ditaduras da Tunísia e do Egipto, assistimos agora na Líbia a uma oposição forte ao regime de Khadafi, após 42 anos no poder. Este, apesar de reprimir violentamente o seu povo, não consegue impedir o avanço dos rebeldes, a quem se juntam cada vez mais militares que recusam continuar a repressão.
Muammar Khadafi, instalado no poder desde 1969, começou por se identificar com o idealismo pan-árabe de Nasser e definiu-se como “socialista revolucionário”, amigo do Kremlin e inimigo dos EUA.
No dia 14 de janeiro foi deposto em Túnis o ditador Ben Alí, após ter permanecido 20 anos no poder. Ainda que o detonador da rebelião popular tenha sido a imolação de um humilde vendedor maltratado pela polícia, o povo tunisino teve que suportar, durante muitos anos, injustiças de todo o tipo, níveis de desemprego e pobreza alarmantes e até a perseguição de certas práticas de islamismo.
Poucos dias depois, vemos como as populações do Egito e do Iémen também se começam a manifestar pacificamente para acabar com as respetivas ditaduras.
O Partido Humanista Internacional repudia a tentativa golpista que se está a levar a cabo no Equador, utilizando como pretexto reivindicações laborais de polícias que se decidiram aquartelar como forma de protesto
Esta tentativa de derrubar o Presidente Rafael Correa não só é um passo mais nas pressões que a direita já tem vindo a levar adiante nesse país, como se junta às tentativas de golpe sofridas por outros governos da região por se atreverem a enfrentar o poder económico.
O óbito deu-se no dia 16 de Setembro, às 23.05h (hora local), em Mendoza, Argentina
A Equipa de Coordenação Internacional do Partido Humanista lamenta informar o falecimento do escritor e pensador argentino Mario Luis Rodríguez Cobos (SILO), fundador do “Humanismo Universalista” ou “Novo Humanismo”, corrente de pensamento que deu origen ao Movimento Humanista e a numerosas instituições a este ligadas: A Comunidade para o Desenvolvimento Humano, o Partido Humanista, o Centro das Culturas (hoje, denominado Convergência das Culturas), o Centro Mundial de Estudos Humanistas, Mundo sem Guerras e sem Violência e múltiplas frentes de acção. Estes organismos levaram a cabo em todo o mundo a recente Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência que percorreu o planeta, partindo de Wellington (Nova Zelândia), a 2 de Outubro de 2009, e concluindo em Punta de Vacas (Mendoza, Argentina), a 2 de Janeiro de 2010.
O Partido Humanista Internacional realizou um dia de solidariedade internacional com os presos políticos mapuches em greve de fome no Chile, condenando os abusos que o Estado do Chile fez contra os Mapuches e do atual governo exigindo a libertação imediata de todos os presos políticos Mapuche e a revogação da lei anti-terrorismo ilegal.
Depois de obter a aprovação do tribunal de Santa Fé, das afiliações exigidas para aquela província, o Partido Humanista (PH) da Argentina obteve a sua “personalidade” política e jurídica a nível nacional, já que possui cinco distritos reconhecidas legalmente : Cidade de Buenos Aires, Província de Buenos Aires, La Pampa, Córdoba e Santa Fé.
Com muita força militante e espírito voluntário dos ativistas humanistas, dispostos a continuar sua participação no campo político, conseguiu-se as filiações que a nova Lei de Partidos Políticos exige. Em distritos como Tucumán, Mendoza, Entre Rios, entre outros, os partidos humanistas desses lugares estão trabalhando para alcançar o reconhecimento provincial ou municipal.
The diagnosis
It is already a recurrent topic that of the regressive distribution of the wealth in the world as the main source of economic violence. A monstrous inequity generated by the increasing appropriation of the income by the capital, by the exploitation of the wage-earners, and mainly for the progressive exclusion of thousands of millions of people from the labour market.
But not because the topic is recurrent and very well known we will obviate to mention some figures that allow us to give forcefulness to the diagnosis, and at the same time to derive in the true causes and to discard false solutions.
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